Moradores de SBC atuam como anjos da guarda durante a época de chuva



Organizados em grupos, moradores voluntários trabalham para diminuir riscos causados pelas chuvas.
Para garantir o sucesso da Operação Guarda-Chuva, no começo de dezembro, a Prefeitura de São Bernardo conta com o apoio de moradores que atuam voluntariamente em grupos denominados Nupdecs (Núcleos de Proteção e Defesa Civil). Hoje são 160 membros, de 29 comunidades, que trabalham para reduzir riscos e prevenir acidentes causados pela chuva.

http://www.saobernardo.sp.gov.br/web/sbc/operacaoguardachuva

São Bernardo recebe ação regional contra o Aedes aegypti neste sábado


São Bernardo recebe na manhã deste sábado (30) a ação “ABC contra o Aedes”, esforço concentrado promovido pelo Consórcio Intermunicipal para orientar a população sobre como prevenir e eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti, trasmissor da dengue, zika e febre chikungunya. A atividade integra a Campanha Regional de Combate ao Mosquito da Dengue e é a primeira deste ano a contar com a participação das equipes técnicas dos sete municípios. 
A ação será realizada a partir das 9h na divisa entre São Bernardo (Rudge Ramos, Vila Vivaldi), Santo André (Vila Palmares, Sacadura Cabral) e São Caetano (bairros Mauá e Santa Maria). A esquina entre as ruas Afonsina e Ida Leone Cleto, ao lado da feira livre que ocorre aos sábados no bairro Rudge Ramos, será o ponto de concentração dos cerca de 700 trabalhadores da Saúde de toda a região que foram mobilizados para a iniciativa. Participam também o Corpo de Bombeiros, a União dos Escoteiros do Brasil/Região SP/Distritos do ABC, lideranças comunitárias e representantes da sociedade civil.
Serão montados seis estandes – próximo da feira livre e também nas ruas paralelas – que contarão com material informativo, tenda dos bichos (exposição de animais peçonhentos e do mosquito Aedes aegypti) e até a maquete de uma casa, que será usada para ilustrar quais são os pontos com risco de acumular água nas residências.
Agentes comunitários de saúde e de controle de zoonoses farão a distribuição de panfletos e squeezes (garrafas plásticas), além de vistorias casa a casa nos bairros de divisa das três cidades, com apoio dos escoteiros e da Defesa Civil. Haverá ainda carreata conduzida pelo Corpo de Bombeiros e formada pelos veículos oficiais das prefeituras. Um carro de som também percorrerá os municípios que recebem a mobilização, informando sobre a importância do envolvimento de toda a população na prevenção ao mosquito.
Em São Bernado, a atividade envolve outras áreas além da Saúde e tem a participação direta das secretarias de Serviços Urbanos, Segurança Urbana e Transporte e Vias Públicas. A secretária de Saúde, Odete Gialdi, reforça que ações de rotina desenvolvidas para combater o avanço do mosquito contam com a parceria permanente de toda a Prefeitura. “Todos estão mobilizados para impedir que a dengue, zika e febre chikungunya avancem. Desde a professora que na escola ensina seus alunos sobre a importância de não acumular água parada em casa e armazenar o lixo corretamente, até os trabalhadores dos canteiros de obras, que também nos ajudam a prevenir os criadouros. É importante que a população perceba também o quanto a contribuição de cada um é necessária para que a gente possa vencer essa guerra. E por isso mobilizações como essa, que somam esforços, são tão importantes”, avalia.
Devido ao elevado número de casos de dengue registrados no ano passado, São Bernardo intensificou as visitas domiciliares a partir de agosto, ainda no inverno – tradicionalmente, se iniciam em novembro, antes das chuvas intensas de verão. Com isso, os agentes de controle de zoonoses conseguiram fechar 2015 com o dobro de vistorias realizadas, no comparativo com o ano anterior. Foram 87 mil, contra 42 mil em 2014, esforço que rendeu a eliminação de 2.527 focos do mosquito na cidade.

As ações de rotina incluem o monitoramento regular de centenas de imóveis que registram grande circulação de pessoas, como Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e escolas, e também locais com potencial para acumular água parada, como borracharias, transportadoras, depósitos e cemitérios.
fonte: http://www.saobernardo.sp.gov.br

Obras irregulares no vizinho? o que fazer?

seu vizinho está construindo?
recebendo operários, materiais, etc.. retirando terra, entulho, etc.?
você não sabe se a obra é segura, irregular, clandestina?
o que fazer?


Você sabia que...? ...usar cimento com prazo de validade vencido pode fazer uma obra cair! ...30 caixas de piso cerâmico podem pesar a mesma coisa que um carro! ...uma laje de beiral feita sem ferros no lado de cima, com certeza vai trincar – ou cair! ...cortar uma viga ou uma parede de alvenaria estrutural pode derrubar um prédio! ...um aterro, para ter estabilidade e suportar peso, precisa ser feito com terra limpa, compactada em camadas, com umidade adequada! ...escavar um terreno pode provocar vazamentos em tubulações enterradas próximas! ...é necessário experiência, conhecimento – e autorizações – para construir, demolir, fazer terraplenagem, reparos estruturais!


seu vizinho está construindo?
recebendo operários, materiais, etc.. retirando terra, entulho, etc.?

o que fazer?


Se algum acidente, desabamento, etc., já ocorreu, ou está em risco iminente de ocorrer, chame a Defesa Civil, ou os Bombeiros, ou o SAMU...!

Se a situação ainda está no início, ainda sem problemas, o ideal é você verificar, se informar, ver se tem uma “placa de obra”, conversar com ele, o seu vizinho, ou com o responsável da obra, ou com o síndico...
Se isso não for possível ou viável, você pode – deve – recorrer à Prefeitura, ou ao CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura). O CREA-SP tem até um formulário próprio, onde é possível inclusive solicitar a vistoria como anônimo.

A Prefeitura de São Bernardo do Campo tem um serviço, entre outros, específico para esse caso: “VERIFICAÇÃO SOBRE REGULARIDADE DE OBRAS EM EXECUÇÃO EM PROPRIEDADE PARTICULAR”. Veja como solicitá-lo clicando em “Fiscalização”, no tópico “Obras Particulares”, da página “Serviços” do site da PMSBC.
Dúvidas, Comentários, Sugestões, Críticas, Informação, Colaboração:

Defesa Civil de SBC – atendimento, vistoria, como funciona


CASO MAIS COMUM:
  • Uma pessoa percebe ou entende que existe uma situação de risco.
  • A pessoa liga para a Defesa Civil, pelo fone 199: relata a situação e solicita orientação ou uma vistoria. O atendente analisa a situação, registra os dados necessários e, quando o caso requer uma vistoria, informa ou dá uma previsão de quando a mesma será feita; é fornecido um nº de protocolo do atendimento.
  • É feita a vistoria, preferencialmente com acompanhamento do solicitante: a Defesa Civil verifica a situação e, conforme o caso, orienta quanto a providências possíveis ou necessárias. Caso haja risco alto de acidente ou desastre, faz a “interdição de uso de onde for preciso. O atendimento,  a orientação ou interdição são formalizados através do Registro de Atendimento, do Auto de Orientação ou do Auto de Interdição (v. figuras abaixo).  A Defesa Civil não apura ou determina causas, soluções e responsabilidades quando isso transcende a necessidade da gestão de risco. A Defesa Civil registra todo o atendimento, através de fotografias e anotações; elabora o Relatório de Vistoria, faz encaminhamentos quando necessário, e arquiva todas informações do caso, por tempo indeterminado.
  • O solicitante, se desejar, pode receber cópia do Relatório de Vistoria, mediante solicitação formal feita na Rede Fácil*.
  • Quando feita a interdição, o munícipe deve atender os termos constantes do Auto de Interdição e, se for o caso, requerer o Renda Abrigo (acesse p/ conhecer requisitos e procedimentos).



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AUTO DE INTERDIÇÃO (clique p/ ampliar)

AUTO DE ORIENTAÇÃO (clique p/ ampliar)

Registro de Atendimento (clique p/ ampliar)




Desinterdição da Defesa Civil – como fazer, solicitar



O que é:
Liberação do uso do imóvel pela Defesa Civil, perante a eliminação dos riscos que motivaram a sua interdição. Sem prejuízo de outras exigências cabíveis como habite-se, alvará de funcionamento, etc.

A desinterdição se materializa por meio de deferimento da Defesa Civil no Processo Administrativo que a solicita.

Como se dá: 

- Defesa Civil analisa e aprova a documentação apresentada pelo Interessado;
- Defesa Civil vistoria o imóvel e atesta sua coerência com o Laudo Técnico;
- Defesa Civil anota o deferimento ou indeferimento (justificado) no Processo Administrativo;
- SG comunica o solicitante.

Prazo: 5 dias úteis

Quando é necessário:
Quando o proprietário ou locatário desejar a desinterdição do imóvel.
Onde solicitar:
REDE FÁCIL - CENTRAL DE ATENDIMENTO AO CIDADÃO
Praça Samuel Sabatini, 50
CENTRO
Horário de atendimento: 2ª a 6ª, das 7h às 19h, e aos sábados, das 7h às 13h

REDE FÁCIL - POSTO DE ATENDIMENTO DO BAIRRO ASSUNÇÃO
Av. Robert Kennedy, 3.438
ASSUNÇÃO
Horário de atendimento: 2ª a 6ª, das 8h às 17h

REDE FÁCIL - POSTO DE ATENDIMENTO DO RIACHO GRANDE
Av. Araguaia, 265
RIACHO GRANDE
Horário de atendimento: 2ª a 6ª, das 8h às 17h
Pré-requisitos:
  • QUEM SOLICITA: Proprietário ou possuidor do imóvel objeto do requerimento, ou seu representante legal. Ou Órgão Público.
  • A solicitação deverá conter argumentos de justifiquem a eliminação dos riscos que motivaram a sua interdição.
Documentos necessários:
  • Requerimento padrão - 1 via.
  • Comprovante dos pré-requisitos: título de propriedade ou posse (escritura, contrato, registros, atos

    jurídicos, etc.; ou declaração de ser proprietário ou possuidor, mais contas, IPTU, etc., ou declaração

    de reconhecimento da posse, por 3 testemunhas (maiores de idade, não familiares; c/ nome, RG,

    endereço e telefone); todos em cópia autenticada de originais com firma reconhecida.
  • Autorização/procuração - original (ficará retida) OU cópia simples acompanhada da original (a cópia ficará retida). a) Somente quando for solicitado por representante legal; b) Com firma reconhecida.
  • Auto de Interdição - cópia simples (ficará retida).
  • Laudo Técnico de Segurança e Estabilidade, emitido por profissional habilitado, atendendo requisitos legais pertinentes, e contendo declaração da eliminação ou inexistência dos riscos aparentes que motivaram a interdição e outros, sustentada por descrição das providências que os eliminaram e/ou argumentação técnica devidamente fundamentada.
Informações complementares:
  • O requerimento deve ser assinado pelo solicitante ou por seu procurador legalmente habilitado, mediante juntada do competente instrumento de mandato.
  • O prazo para execução depende do atendimento a todos os requisitos.

Veja um modelo / exemplo de Laudo Técnico. Confira os Requisitos Mínimos obrigatórios. Ambos constam do Índice.

Acompanhe o processo pela Internet, clicando em Processos Administrativos na página inicial do site da PMSBC.

Obs.: obtida a Desinterdição, pode ser feita a remoção dos cartazes de Interdição da Defesa Civil.

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Evidências ou Indícios de Riscos Construtivos no Condomínio – o que fazer


Você acha que tem algum indício ou evidência de que pode acontecer algum acidente ou desastre no prédio, no local, onde mora, ou trabalha, ou freqüenta? Trincas ou rachaduras, deformações, vibrações, fatos e atos suspeitos, umidades, ruidos incomuns, etc..?
Você não precisa – não deve – esperar uma lei que obrigue que se tome as providências necessárias. A lei pode demorar, ou ser insuficiente.
Comunique o proprietário, o síndico do condomínio, o responsável. Documente. Fotografe. Registre. Filme. Grave. Avise. Divulgue. Publique. Faça constar de ata de reunião. Cobre decisões ou providências. Se necessário, comunique alguma autoridade.
Informar / acionar a Seguradora é sempre uma boa providência nesses casos. Lembrando que o seguro da edificação é obrigatório em condomínios (v. arts. 1346 e 1348-IX do Código Civil).
A Defesa Civil pode – deve – ser chamada, ou informada, sempre que puder evitar ou minimizar as possibilidades ou conseqüências de ocorrência de acidentes ou desastres, naturais ou tecnológicos, em situações repentinas ou não rotineiras, geralmente de emergência. Veja Como e Quando Chamar a Defesa Civil.
Vistorias e manutenções, não emergenciais, de rotina, periódicas, preventivas ou corretivas, e “de conformidade” (perante normas, leis, projetos, etc), são sempre recomendáveis. A cargo do responsável pelo imóvel, devem ser realizadas por empresas ou profissionais devidamente habilitados (com registro no CREA, etc.).
Para referência, veja algumas leis sobre o assunto.
Em SBC temos o Decreto 14.095 de 2003.

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Conhecimento das regras evita briga de vizinhos


Código Civil regula a responsabilidade de cada um e ajuda a garantir a harmonia entre moradores. Barulho, muros, árvores e animais são os principais focos de tensão


Cada um tem sua parcela de responsabilidade sobre problemas que surgem na vizinhança. Mas o desconhecimento das regras, acaba transformando pequenos impasses em brigas entre vizinhos.
Na maioria das vezes, cada um responde por parte da situação, mas existem casos em que a obrigação recai mais sobre um do que sobre o outro.
Os muros entre os imóveis residenciais, por exemplo, devem ser mantidos pelas duas partes. Sendo assim, quando algo acontece à divisória, ambos devem arcar com os custos da reforma ou reconstrução. “Normalmente só um muro separa as residências, mas se for na linha da divisa deve ser feito com a anuência dos dois proprietários. Do contrário, a construção deve ser feita dentro dos limites do lote”, explica o diretor do Departamento de Controle de Edificações da Secretaria Municipal de Urbanismo, Walter da Silva.
Muitas dúvidas sobre conflitos residenciais são respondidas pelo Código Civil, entre os artigos 1.277 e 1.313, inclusive situações envolvendo animais de estimação do vizinho. “Se o cachorro foge e entra no outro terreno, pode-se discutir com o vizinho a construção ou o aumento do muro”, aponta o advogado especialista em Direito Imobiliário Nelson Antônio Gomes Junior. De acordo com o Código, a construção de tapumes especiais para impedir a passagem dos animais pode ser exigida pelo vizinho.
No caso da pesquisadora Angel Miríade e seus quatro cachorros, os vizinhos foram além a fim de controlar os pets. “Meus cachorros são filhotes, correm o dia inteiro e um dos meus vizinhos entrou no meu apartamento sem autorização para dar comida. Percebi quando achei os potes de ração com água ao lado da torneira, coisa que eu não faço porque eles têm o pote de água”, conta. Angel relata que depois do episódio não conversou com o vizinho sobre o assunto, mas trocou a fechadura da porta.

Evite brigas
Saiba como dialogar com o vizinho sobre alguns problemas que podem afetar a convivência.
Muros – Os muros são de responsabilidade de ambos os vizinhos, tanto para a construção quanto para a conservação, segundo o Código Civil, artigo 1.297, parágrafo 1º. 
Árvores – A raiz está no terreno alheio, mas os galhos incomodam, entopem a calha do imóvel vizinho. É possível pedir a poda rente a divisória, de acordo com o Código Civil, artigo 1.283. Em casos que prejudicam a segurança dos moradores é permitido o corte da árvore, mesmo de espécies protegidas.
Frutos - Se o fruto da árvore do vizinho cair no terreno alheio, este passa a pertencer ao dono do terreno em que caiu, segundo o Código Civil, artigo 1.284.
Animais de estimação – Os animais são de responsabilidade do dono. Se o pet invade o terreno alheio constantemente, talvez seja o caso de negociar a construção de um muro, colocação de grades ou tapumes, de acordo com o Código Civil, artigo 1.297, parágrafo 3º.
Calçadas – A manutenção cabe ao proprietário do terreno da frente.
Caçambas - Podem ser postas nas calçadas desde que não atrapalhem a passagem, deixando livre pelo menos um metro e meio para os pedestres. Se não couberem, podem ser colocadas na rua, desde que atendam a regulamentação, ficando rente ao meio fio.
Lixo – Os lixos devem ser deixados em uma altura que não permita que animais alcancem. Não há limitação para o lado em que a lixeira deve ser posta, se é no meio ou no lado direito ou esquerdo da frente da casa.
Infiltrações nos apartamentos – Cuidado ao acusar o vizinho mais próximo em caso de infiltrações. Nem sempre o problema vem do imediato, mas de andares mais acima. Nestes casos vale chamar um técnico para constatar de onde vem a infiltração.

Sem galho
Árvore não pode ultrapassar a divisa
Em relação à vegetação, o Código Civil define que as raízes, galhos ou ramos que ultrapassem os limites do terreno podem ser podados exatamente na linha divisória.
A poda também pode ser requerida quando as folhas entopem a calha. Já a poda das árvores plantadas em frente à casa são de responsabilidade da prefeitura municipal.
Até mesmo os frutos das árvores vizinhas são regidos pela lei. O artigo 1.284 aponta que os frutos caídos das árvores do terreno vizinho pertencem ao dono do terreno onde caíram.
fonte:http://www.gazetadopovo.com.br/imoveis/conhecimento-das-regras-evita-briga-de-vizinhos-3vr1c0h67grw7gys1nfv55zda

21 DE SETEMBRO - DIA DA ÁRVORE

21 DE SETEMBRO - DIA DA ÁRVORE

O Dia da Árvore é comemorado em 21 de setembro e tem como objetivo principal a
conscientização a respeito desse importante recurso natural.


O Dia da Árvore é comemorado no Brasil em 21 de setembro e tem como objetivo principal a conscientização a respeito da preservação desse bem tão valioso. A data, que é diferente em outras partes do mundo, foi escolhida em razão do início da primavera, que começa no dia 23 de setembro no hemisfério Sul.A árvore é um grande símbolo da natureza e é uma das mais importantes riquezas naturais que possuímos. As diversas espécies arbóreas existentes são fundamentais para a vida na Terra porque aumentam a umidade do ar graças à evapotranspiração, evitam erosões, produzem oxigênio no processo de fotossíntese, reduzem a temperatura e fornecem sombra e abrigo para algumas espécies animais.
Além disso, entre as diversas espécies arbóreas existentes, incluem-se várias plantas frutíferas, como é o caso da mangueira, limoeiro, goiabeira, abacateiro, pessegueiro e laranjeira.
Além de produzirem alimento, as árvores também possuem outras aplicações econômicas. A madeira por elas produzidas serve como matéria-prima para a criação de móveis e até mesmo casas. A celulose extraída dessas plantas, principalmente pinheiros e eucaliptos, é fundamental para a fabricação de papel. Além disso, algumas espécies apresentam aplicabilidade na indústria farmacêutica por possuírem importantes compostos.
Em virtude da grande quantidade de utilizações e da expansão urbana, as árvores são constantemente exterminadas, o que resulta em grandes áreas desmatadas. O desmatamento afeta diretamente a vida de toda a população, que passa a enfrentar erosões, assoreamento de rios, redução do regime de chuvas e da umidade relativa do ar, desertificação e perda de biodiversidade.
Sendo assim, o dia 21 de setembro deve ser visto como um dia de reflexão sobre nossas atitudes em relação a essa importante riqueza natural. Esse dia é muito mais do que o ato simbólico de plantar uma árvore e deve ser encarado como um momento de mudança de postura e conscientização de que nossos atos afetam as gerações futuras. É importante também haver conscientização a respeito da importância da conservação, bem como da necessidade de criação de políticas públicas que combatam a exploração ilegal de árvores.
Curiosidades:
- Cada região do nosso país possui uma árvore símbolo diferente. Observe:
Árvore símbolo da região Norte – castanheira;
Árvore símbolo da região Nordeste – carnaúba;
Árvore símbolo da região Centro-Oeste – ipê amarelo;
Árvore símbolo da região Sudeste – pau-brasil;
Árvore símbolo da região Sul – araucária.
No Dia 21 de março é comemorado o dia Mundial da Árvore.

APRESENTAÇÃO


Este blog visa estreitar o contato entre a equipe da Defesa Civill da nossa cidade e a comunidade em geral.
Com o objetivo de auxiliar na evolução das questões relacionadas ao trabalho da Defesa Civil - através da publicação, e discussão com os leitores, de assuntos úteis e de interesse geral, relacionados ao tema.

Conheça aqui a Defesa Civil de São Bernardo do Campo, como usá-la, como interagir com ela, como participar. Acompanhe as notícias da nossa área de atuação, dados e resultados do nosso trabalho, nossas realizações, nossos desafios. Use as informações e orientações que fornecemos – gerais e específicas para cada caso, cada local em nossa cidade. Se inscreva em nossos cursos. Participe do NUPDEC da sua região. Use nossos dados de pluviometria – localize o medidor mais próximo da sua moradia. Saiba quem somos, onde estamos, nossos telefones. E muito mais – de forma dinâmica e atualizada constantemente.

Defesa Civil somos todos nós.
Conte com a gente! Contamos com você!


Defesa Civil é o conjunto de ações preventivas, de socorro, assistenciais e reconstrutivas, destinadas a evitar ou minimizar acidentes e desastres naturais e tecnológicos, preservar o moral da população e restabelecer a normalidade social.
Você pode – e deve – acionar a Defesa Civil sempre que souber da ocorrência de um acidente ou desastre, ou entender que exista o risco disso ocorrer. Especialmente quando envolver vidas humanas ou o meio ambiente. Para saber mais, clique aqui.



Dúvidas, Comentários, Sugestões, Críticas, Informação, Colaboração:

Tempo ruim afasta doadores dos bancos de sangue do ABC

Perigo. Período de armazenagem do estoque diminuiu pela metade em maio; Colsan faz ações para atrair pessoas aos postos de coleta 

Com as chuvas atípicas para o outono e o frio intenso, as doações de sangue diminuí- ram em quase 20% nos quatro postos de coleta do ABC em maio. A equipe da Colsan (Associação Beneficente de Coleta de Sangue) realiza uma verdadeira força tarefa para não faltar estoque nos hospitais da região. A associação é responsável por abastecer as unidades hospitalares do ABC com bolsas de sangue. Com o excesso de chuva e a queda na temperatura, o volume do estoque disponível diminuiu pela metade, passou de 20 para 10 dias de abastecimento. “O tempo foi o principal fator que afugentou a população. A queda de 20% no mês passado não é comum. Em maio foram 4,3 mil doa- ções, cerca de 1,3 mil pessoas a menos do que a mé- dia mensal habitual. Isso nos preocupa muito. Tememos faltar sangue para as cirurgias, então, organizamos um conjunto de ações para reverter esse número”, disse Solange Rios, gerente regional da Colsan. De acordo com a associação, são utilizadas cerca de 4,5 mil bolsas de sangue por mês nos hospitais do ABC. “Recorremos aos familiares de pacientes internados, empresas e universidades para sensibilizar sobre a importância de ser um doador. O volume coletado em maio foi muito próximo da demanda e isso é perigoso. Se tem falta é necessário cancelar cirurgias e tratamentos”, disse Solange. A quantidade disponí- vel do sangue de fator negativo, de todos os tipos, é o mais escasso nas unidades. “Uma pequena parcela da população tem o RH negativo e por isso é normal sempre ter menos. Desta vez foi mais acentuado. Convidamos os cadastrados no nosso banco de dados a virem aos postos para diminuir o problema da reserva”, disse a gerente da Colsan. O tempo de atendimento nas unidades para doar é rápido, cerca de uma hora. A capacidade de armazenagem da Colsan é de 7 mil bolsas de sangue. No período do inverno é comum cair as doações. Diante do esforço da associação, até ontem foram 1,9 mil bolsas coletadas e a expectativa é de bater a média mensal de 5,6 mil.


São Bernardo encerra atividades da Operação Guarda-Chuva

Entre 1º de dezembro e 15 de abril foram feitos 325 atendimentos e 50 interdições; não houve desabamentos
Lançada em 1º de dezembro, a Operação Guarda-Chuva 2015/2016 da Prefeitura de São Bernardo do Campo foi encerrada no último dia 15 sem registros graves. No período foram contabilizadas 325 ocorrências, das quais 50 resultaram em interdições. Os números são bem menores do que os verificados no início da operação (2010), respectivamente 2.073 e 1.372.
De acordo com a Defesa Civil, do total de interdições, 46 eram imóveis sujeitos a eventos relacionados à chuva e quatro a incêndio. Das 46 casas interditadas, 19 corriam risco de desabamento e 15 de deslizamento. As demais interdições ocorreram pelo risco de queda de muro.
O risco de queda de árvores (69) foi o que mais contribuiu para o total de ocorrências. Desse total, 27 realmente resultaram em queda. Nos casos restantes, a Prefeitura removeu ou concedeu autorização para que o morador o fizesse.
Já do total de chamados (55) relacionados a riscos de deslizamentos de terra, 32 se consumaram, mas sem gravidade. Não ocorreu nenhum desabamento, embora a Defesa Civil tenha feito 31 atendimentos em relação a esse tipo de chamada. Já em relação aos seis casos de alagamentos em trechos de vias, não houve necessidade de interdição de ruas ou avenidas.
Durante a vigência da Operação Guarda-Chuva, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedesc) atendeu 21 famílias, entregou 43 colchões, 42 cobertores e 26 cartões-alimentação. O índice pluviométrico acumulado na cidade no período foi de 728,46 milímetros.
A ação envolveu 12 secretarias, 400 agentes públicos e 160 voluntários treinados de 29 comunidades que integram os chamados Núcleos de Proteção e Defesa Civil (Nupdecs).
A Operação Guarda-Chuva promove ações para orientação e prevenção de situações de risco quanto a inundações, deslizamentos e alagamentos. A iniciativa prevê, ainda, mutirões informativos nos setores de risco, por meio de reuniões com líderes comunitários, conselheiros, em Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) e Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Conforme destacou o secretário de Coordenação Governamental e responsável pela Pasta de Serviços Urbanos, desde 2009 a Prefeitura vem agindo de forma preventiva para evitar mortes por inundações ou deslizamentos. “Se em 2005 houve o registro de sete mortes por deslizamentos, desde 2010, quando iniciamos a Operação Guarda-Chuva, não registramos nenhuma. Mas, para termos de fato uma cidade mais segura é preciso o envolvimento e colaboração da sociedade, que deve cuidar para que lixo e entulho não sejam jogados nas ruas e em áreas sujeitas a deslizamentos.”
A redução dos casos de deslizamentos, desabamentos e alagamentos se deve a uma série de fatores, tais como as obras de combate a enchentes (Programa Drenar), limpeza de ruas (são varridos 16 mil quilômetros de vias), de 5 mil bocas de lobo, instalação de oito mil lixeiras fixas em postes, implantação de 200 Pontos de Entrega Voluntária (PEV), dez ecopontos e coleta seletiva porta a porta, além de obras de contenção de encostas.
Áreas de risco – A quantidade de áreas consideradas de risco em São Bernardo, que podem sofrer escorregamentos, inundações ou alagamentos, diminuiu de 63, em 2010, para 42, em 2014. É o que indica o mapeamento feito pela Prefeitura por meio do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR). Ainda de acordo com o levantamento, houve redução na quantidade de setores de risco na cidade, que passou de 203 para 130 no mesmo período.
A redução é resultado de obras para a eliminação de situações de risco, como o tratamento de encostas e estabilização de taludes e a remoção de 1.980 famílias de áreas de risco. Essas famílias foram encaminhadas aos programas habitacionais da Prefeitura e parte delas já foi contemplada, pois desde 2009 a atual Administração já entregou 4.832 moradias.
O PMRR também apontou a necessidade de 61 obras para eliminar situações de risco na cidade, sendo que 37 já foram entregues, cinco devem ser concluídas ainda no primeiro semestre de 2016 e outras 19 estão em fase de contratação. As intervenções beneficiam mais de 7.700 famílias que estavam em áreas de risco.
fonte: http://www.saobernardo.sp.gov.br

22 de Abril - Dia Internacional da TERRA


Como surgiu o Dia Internacional da Terra:

         O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson
Em 22 de abrl de 1970, o político convocou o que foi considerado o primeiro protesto contra a poluição. De acordo com dados divulgados na época, mais de 20 milhões de pessoas participaram do ato em todos os EUA.
Foi adotado internacionalmente em 1990, e então é festejado a cada 22 de abril. 
O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.
O objetivo principal é conscientizar aos habitantes do planeta Terra a importância e a necessidade da conservação dos recursos naturais do mundo.
Hoje, o Dia da Terra é celebrado em mais de 190 países, com a participação de cerca de 1 bilhão de pessoas.


No Brasil
Não há, no país, organismos que reúnam formalmente as atividades para o Dia da Terra. Entre as ações isoladas para a data destaca-se o lançamento da Carta da Terra, da ONG Carta da Terra Brasil. A entidade elaborou uma carta em que defende o respeito à comunidade da vida; a integridade ecológica; justiça social e econômica; democracia e paz. A íntegra da carta pode ser acessada aqui e pode ser distribuída em ferramentas de redes sociais.

A Carta da Terra Brasil também lança a campanha “Começa com você” que incentiva atitudes de defesa ao meio ambiente.
O NOSSO PLANETA TERRA:
A Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos e existem várias teorias para o “nascimento” do planeta. 
A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar, tendo a Lua como seu único satélite natural. 
A Terra tem 510,3 milhões de km2 de área total, sendo que aproximadamente 97% é composto por água (1,59 bilhões de km3). A quantidade de água salgada é 30 vezes a de água doce, e 50% da água doce do planeta está situada no subsolo.
A atmosfera terrestre vai até cerca de 1.000 km de altura, sendo composta basicamente de nitrogênio, oxigênio, argônio e outros gases.
Há 400 milhões de anos a Pangéia reunia todas as terras num único continente. Com o movimento lento das placas tectônicas (blocos em que a crosta terrestre está dividida), 225 milhões de anos atrás a Pangéia partiu-se no sentido leste-oeste, formando a Laurásia ao norte e Godwana ao sul e somente há 60 milhões de anos a Terra assumiu a conformação e posição atual dos continentes.
O relevo da Terra é influenciado pela ação de vários agentes (vulcanismo), abalos sísmicos, ventos, chuvas, marés, ação do homem) que são responsáveis pela sua formação, desgaste e modelagem. O ponto mais alto da Terra é o Everest no Nepal/ China com aproximadamente 8.848 metros acima do nível do mar. A Terra já passou por pelo menos 3 grandes períodos glaciais e outros pequenos.
A reconstituição da vida na Terra foi conseguida através de fósseis, os mais antigos que conhecemos datam de 3,5 bilhões de anos e constituem em diversos tipos de pequenas células, relativamente simples. As primeiras etapas da evolução da vida ocorreram em uma atmosfera anaeróbia (sem oxigênio).
As teorias da origem da vida na Terra, são muitas, mas algumas evidências não podem ser esquecidas. As moléculas primitivas, encontradas na atmosfera, compõe aproximadamente 98% da matéria encontrada nos organismos de hoje. O gás oxigênio só foi formado depois que os organismos fotossintetizantes começaram suas atividades. As moléculas primitivas se agregam para formar moléculas mais complexas.
A evidência disso é que as mitocôndrias celulares possuam DNA próprio. Cada estrutura era capaz de se satisfazer suas necessidades energéticas, utilizando compostos disponíveis. Com este aumento de complexidade, elas adquiriram capacidade de crescer, de se reproduzir e de passar suas características para as gerações subseqüentes.
A população humana atual da Terra é de aproximadamente 6 bilhões de pessoas e a expectativa de vida é em média de 65 anos.
Para mantermos o equlíbrio do planeta é preciso consciência dessa importância, a começar pelas crianças. Não se pode acabar com os recursos naturais, essenciais para a vida humana, pois não haverá como repô-los. O pensamento deve ser global, mas a ação local, como é tratado na Agenda 21.

Problemática:
A temperatura média da Terra gira em torno de 15º C. Isso ocorre porque existem naturalmente gases, como o dióxido de carbono, o metano e o vapor d´água em nossa atmosfera que formam uma camada que aprisiona parte do calor do Sol. Se não fossem esses gases, a Terra seria um ambiente gelado, com temperatura média de -17º C. Esse fenômeno é chamado de efeito estufa. Não fosse por ele, a vida na Terra não teria tamanha diversidade.
Só que desde a revolução industrial, começamos a usar intensivamente o carbono estocado durante milhões de anos em forma de carvão mineral, petróleo e gás natural, para gerar energia, para as indústrias e para os veículos.
Somente no último século, a temperatura da Terra aumentou em 0,7º C. Parece pouco, mas esse aquecimento já está alterando o clima em todo o planeta. O homem é o principal responsável por este problema. E é ele que precisa encontrar soluções urgentes para evitar grandes catástrofes.

SOMOS TODOS RESPONSÁVEIS - FAÇA SUA PARTE!
fonte: http://www.cmqv.org
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